O aguardado game dos Cavaleiros do Zodíaco, enfim, vai ser lançado no Brasil. Os Cavaleiros do Zodíaco: Batalha do Santuário é exclusivo do PlayStation 3 e representa uma das fases mais conhecidas do clássico desenho animado. O TechTudo pôde testar o game em evento realizado em São Paulo, confira o que achamos desta pequena amostra.
Os Cavaleiros do Zodíaco: Batalha do Santuário (Foto: Divulgação)
A história começa no mesmo ponto do desenho animado, quando a deusa
Atena é atacada com uma flecha dourada e corre risco de morrer. Os
Cavaleiros de Bronze têm 12 horas para atravessar as 12 casas do
Santuário e derrotar os Cavaleiros de Ouro, para, enfim, alcançar a sala
do grande mestre, no final do caminho, e salvar a deusa.
Entretanto, há algumas surpresas neste caminho. O game não segue tão
fielmente a história do desenho. O início é bem diferente. Enquanto no
anime os personagens são apenas aconselhados por Mu, o Cavaleiro de Ouro
da primeira casa, Áries, no game ele serve como tutorial e treinamento
intensivo.
Mu ensina os comandos básicos do jogo, combos e outras facilidades que
irão ajudar ao longo do caminho. Para isso ele também faz com que o
jogador lute contra soldados rasos, algo que também não ocorre no
desenho. Mas a desculpa para essas mudanças é boa: o jogo precisa render
mais tempo, e por isso novos inimigos foram necessários.
Testamos Os Cavaleiros do Zodíaco: Batalha do Santuário (Foto: Reprodução)
A jogabilidade é totalmente voltada para a ação. O jogador movimenta
seu personagem livremente no cenário e ataca seus inimigos com golpes
rápidos. Há combinações de socos fracos e fortes, além da possibilidade
de pulo e combinação com golpes aéreos.
Os ataques especiais, claro, são mais do que obrigatórios. Seiya, o
Cavaleiro de Pégaso, usa e abusa de seus “Meteoros de Pégaso” o jogo
todo. Na verdade, isso torna as coisas até um pouco repetitivas, mas há
uma evolução constante dos poderes, então acaba dando uma boa variada
quando necessário.
As lutas em Batalha do Santuário são rápidas, com exceção das lutas
contra chefes. O primeiro chefão de verdade é Aldebaran, Cavaleiro de
Ouro de Touro. Para vencê-lo, não basta distribuir socos e golpes sem o
menor critério, é preciso estratégia, seguindo as dicas que o game avisa
na tela. É preciso acertar no tempo certo.
Game é exclusivo do PlayStation 3 (Foto: Felipe Vinha/TechTudo)
A tradução do jogo está em um bom nível, o que era esperado, já que ela
conta com o apoio de fãs do site CavZodiaco, conhecido por ser
referência entre fãs da série. Só pudemos conferir a arte inicial do
game, mas notamos que as falas estão condizentes com o desenho animado e
os nomes dos golpes estão adaptados corretamente.
Graficamente, Cavaleiros do Zodíaco surpreende por ser um jogo de
estilo simples, mas com bons efeitos visuais. Os golpes são sempre
espalhafatosos, os inimigos voam pela tela, as armaduras brilham como se
estivessem sob a luz do sol, e por aí vai.
Os Cavaleiros do Zodíaco: Batalha do Santuário tem tudo para se tornar
um dos jogos mais queridos entre os fãs da série, já que presta uma bela
homenagem ao desenho clássico e a seus momentos de emoção. Pelo pouco
que pudemos testar, gostamos do que vimos. Resta aguardar pela versão
completa.
Confira, abaixo, um vídeo que mostra a versão traduzida do jogo em ação.
Pouco depois da revelação oficial de The Elder Scrolls Online, MMO que se passa no universo medieval da série, foram vazadas na Internet páginas da edição de junho da revista GameInformer, trazendo os primeiros detalhes e imagens do jogo.
The Elder Scrolls Online (Foto: All Games Beta)
Diferente das versões para consoles, o game só terá a opção de câmera
em terceira pessoa e o sistema de combate não será em tempo real.
Jogadores poderão lutar através de hotbars, como na maioria dos MMORPGs.
Segundo os produtores, haverá mais habilidades do que nunca e levará
120 horas para atingir o limite de nível.
The Elder Scrolls Online (Foto: All Games Beta)
A história se passará mil anos antes de The Elder Scrolls V: Skyrim,
e brinca com o conceito de “O que acontece quando milhares de herois
profetizados acham que devem ser imperadores?”. O príncipe Molag Bal
fará uma aliança com Minnimarco, e graças a essa parceria o jogador
poderá ser ressuscitado sempre que morrer.
The Elder Scrolls Online (Foto: All Games Beta)
Como mencionado na revelação do jogo, os usuários se dividirão em três
facções. Apesar de não sabermos quais serão seus nomes, cada uma delas
estará atrelada a algumas raças específicas.
Uma delas terá Nords, Dummers e Argonians, dominando o norte e leste em
Ebonheart Pact, outra terá os Altmers, Bosmers e Khajiits, no sudeste
com Aldmeri Dominion, e a última terá Bretons, Reguards e Orcs no
noroeste, em Daggerfall Covenant.
The Elder Scrolls Online (Foto: All Games Beta)
The Elder Scrolls Online (Foto: All Games Beta)
O mundo do jogo será maior que o de The Elder Scrolls V: Skyrim. Porém,
a produtora avisa quenem tudo estará disponível desde o lançamento, e
muitas áreas serão adicionadas em expansões. A revista menciona a
presença de locais como Elsweyr e Summerser Isle, além de Cyrodil, como
principal reino de combate entre jogadores (PvP).
The Elder Scrolls Online (Foto: All Games Beta)
Porém, a equipe também comenta que pretende criar uma experiência de quests sem “hubs“,
ou seja, de maneira que o jogador possa se aventurar sem precisar
sempre ter que ficar voltando para as mesmas cidades para obter novas quests, oferecendo pequenos eventos aleatórios, como ataques de bandidos.
The Elder Scrolls Online (Foto: All Games Beta)
The Elder Scrolls Online tem lançamento previsto para 2013 no PC e Mac. Inicialmente, o jogo terá suporte a três idiomas: inglês, francês e alemão.
O atleta Tony Hawk acaba de confirmar em sua conta pessoal no Twitter que Tony Hawk’s Pro Skate HD será lançado em junho. Porém, ele não mencionou uma data específica ou se o lançamento será simultâneo para Xbox LIVE e PlayStation Network.
Tony Hawk's Pro Skater HD (Foto: Divulgação)
Aparentemente, ele falou mais do que deveria, pois seutweet
dizia algo como: “Sai em junho… é, eu disse”, como se não pudesse ter
falado a respeito. a declaração foi dada em um post para agradecer ao
presidente e cofundador da Robomodo, Joshua Tsui, por uma doação em um projeto de caridade.
O primeiro jogo da franquia Resistance para o PlayStation Vita está chegando com Resistance: Burning Skies,
e mesmo com grandes mudanças na jogabilidade, o jogo tem um enredo bem
fiel ao universo da franquia, prometendo recursos exclusivos no portátil
daSony.
Resistance: Burning Skies (Foto: Divulgação)
Introdução
O jogo conta a história de Tom Riley, um bombeiro de Nova York que tem a
missão de defender sua cidade de um ataque contra os Chimera, em agosto
de 1951. Riley utiliza de sua bravura e heroísmo para combater as
forças opressoras e fazer a diferença. O que esperar do jogo:
- Ação em primeira pessoa.
- Armamentos futuristas.
- Enredo coerente com o restante da série.
Resistance: Burning Skies (Foto: Divulgação)
09/04/2012 12h05
- Atualizado em
09/04/2012 12h05
Resistance: Burning Skies (Foto: Divulgação)
Ficha técnica:
Nome: Resistance: Burning Skies
Gênero: Tiro em primeira pessoa
Distribuidora: Sony Computer Entertainment
Plataformas: PlayStation Vita
Data de lançamento: 29 de maio de 2012
logo mais tem mais.. Mass Effect 3 (Foto: Divulgação)
O terceiro jogo da franquia Mass Effect chegou no dia
seis de março, com lançamento simultâneo no varejo e nas lojas virutais.
O game era um dos títulos mais aguardados de 2011 e, segundo o diretor
de marketing da Bioware, David Silverman, foi o melhor jogo já feito pela empresa – de fato, Mass Effect 3
vem colecionando elogios da imprensa especializada. Porém, alguns
jogadores tiveram uma opinião diferente, avaliando que o título ficou
abaixo das expectativas. Acompanhe nosso review para saber, afinal, quem
tem razão. Em uma galáxia nada distante
O enredo do game se passa algum tempo depois de Mass Effect 2:
após desvendar o sumiço das colônias humanas, o comandante Shepard
descobre que os Reapers – uma raça de criaturas sintéticas que existe
desde o começo dos tempos para eliminar a vida orgânica da galáxia –
está prestes a iniciar um novo ciclo de extinção.
Porém, ao chegar na Terra, ele é recebido como um herói pelos seus
atos, mas suas palavras são tratadas com descrédito. Após os eventos do
game anterior, em que ele se envolveu com a nefasta corporação Cérbero,
Shepard acaba dispensado do serviço militar e só não enfrenta a Corte
Marcial por conta da sua reputação graças aos serviços prestados à
Aliança Terrestre.
Mass Effect Reaper (Foto: Mass Effect Reaper)
Mas mesmo os políticos da Terra não podem ignorar os indícios da
proximidade da ameaça. Shepard é chamado para depor em uma reunião de
cúpula em Vancouver, já que ele é o único que teve um contato de
primeiro grau com os Reapers. Mesmo expondo seus argumentos, ele vê o
planeta inerte por conta da burocraia dos nossos governantes.
Obviamente, o inimgo não espera de braços cruzados enquanto a Aliança
decide a melhor forma de encarar o problema: durante a reunião, o
planeta sofre um ataque relãmpago, e centenas de vidas se perdem num
segundo – incluindo os membros do parlamento, que tanto hesitaram em se
preparar para este fatídico momento.
Com os políticos fora da jogada, é hora de agir. O comandante David
Anderson utiliza sua influência na Aliança para, dentro das
circunstâncias, colocar Shepard de volta ao serviço. Restituido ao posto
de comandante, Shepard sobre à bordo de sua nave Normandy e parte pela
Via Láctea em busca de reforços, enquanto Anderson fica na terra para
organizar a resistência.
Mass effect anderson (Foto: Divulgação)
Amigo é coisa para se guardar
Mas será que quando Shepard retornar ele irá fazer a diferença, ou
apenas aumentar a contagem de corpos? Isto depende das ações do jogador,
tanto neste game quanto nos anteriores, já que Mass Effect permite
que você importe um jogo salvo no HD (o recurso infelizmente não
funciona para quem guarda seus arquivos na nuvem) para que todas as suas
decisões anteriores sejam levadas em consideração nesta nova aventura,
criando uma experiência bastante pessoal.
Mass Effect Garrus (Foto: Divulgação)
Falando em escolhas, Mass Effect 3 tem as decisões
mais difíceis da série: desta vez não é a vida do comandante e sua
tripulação que está em jogo, mas o destino de civilizações inteiras. Os
seus atos podem evitar ou resultar em mortes de pessoas queridas e até
extinções de raças alienígenas, mudando de forma significativa a balança
do poder na galáxia.
O elenco, entretanto, está reduzido em relação ao game anterior:
existem menos companheiros disponíveis na equipe da Normandy, mas em
compensação os diálogos estão mais trabalhados e, mesmo que não existam
as “missões de lealdade” presentes no game passado, há um bom
desenvolvimento dos personagens – desde que você tenha paciência para
ouvir os seus amigos.
Ouvir, aliás, é uma palavra importante em Mass Effect,
já que a tripulação interage mesmo quando você não está ativamente
dialogando com ninguém. Passeando pelos corredores da nave, é possível
ouvir momentos hilários, como o concurso de piadas entre o piloto Joker e
o turian Garrus, apenas para citar um dos momentos divertidos do game.
Os atores, no geral, fizeram um bom trabalho de dublagem: temos
destaques óbvios, como Ash Sroka dando vida à Tali’Zorah vas Normandy;
grandes nomes do cinema, como Martin Sheen que retorna como a voz ao
Illusive Man; e até os canastrões se esforçaram: a atuação de Mark Meer
como a voz masculina do Comandante evoluiu bastante, mas ainda apresenta
momentos em que poderia expressar uma carga dramática maior.
Mass Effect war room (Foto: mass effect war room)
Olhando para o espaço
Os gráficos do jogo não tiveram uma melhoria significativa em relação a Mass Effect 2,
mas desta vez a Bioware fez um bom trabalho para retratar a escala
planetária dos eventos narrados no game: tudo parece maior e mais épico,
do que nos jogos anteriores. Os cenários chamam atenção e o design dos
elementos do game (sejam personagens, lugares ou até mesmo equipamentos)
continua sendo bastante criativo. Mass Effect 3 só não leva nota 10 no quesito
“gráficos” por conta de algumas falhas desagradáveis, como a queda de
frames presente especialmente no começo da aventura, o que prejudica o
ritmo da história no começo da trama – exatamente no momento em que o
jogador precisa ser cativado – e alguns problemas de texturas presentes
principalmente na versão para PC.
Outro problema irritante é a falta de sincronia entre as falas e os
lábios dos personagens. Uma sincronia melhor entre a imagem e a dublagem
teria auxiliado na imersão do jogador, o que é fundamental em um RPG.
Ainda assim, jogar Mass Effect 3 é uma experiência visualmente agradável.
Mass Effect 3 (Foto: Mass Effect 3)
Língua afiada e dedo no gatilho
A jogabilidade continua basicamente a mesma, mas com alguns elementos
novos: os personagens estõa mais ágeis, rolando e saltando pelo cenário,
o que permite ao jogador tirar melhor proveito do sistema de cobertura.
Os controles do jogo só não são perfeitos pois existem falhas no
detector de colisão, o que pode fazer o personagem se abrigar em uma
cobertura quando você simplesmente quer correr ao lado de uma parede, ou
ainda proporcionar momentos constrangedores na hora de subir uma
escada.
Mass Effect versus atlas (Foto: Divulgação)
Outras melhorias ocorreram na exploração interplanetária, que ficou
mais simples: em vez de escanear planetas inidivualmente em busca de
recursos, você utiliza os sensores da nave para fazer uma varredura em
área, que acusa quais locais de um determinado sistema possuem recursos –
e desta vez, nada de minerais ou elemento Zero: tudo que você encontra é
utilizado como para melhorar as suas tropas, para completar missões
paralelas ou na pesquisa de upgrades, um formato bem mais simples e
direto.
Claro que a busca constante por recursos pode atrair a atenção
indesejada dos Reapers, o que exige uma fuga desesperada já que o
confronto direto não é uma opção – inicia aí um minigame divertido, que
apesar de fácil ajuda a dar um colorido para a exploração espacial.
Outros, entretando, foram suprimidos deste jogo: não existem mais os
minigames para hackear computadores e para abrir portas, fazendo com que
a ação seja mais direta nas missões de campo.
Mas não pense que essa abordagem deixou o jogo com cara de Gears of War:
na verdade, em Mass Effect 3 a Bioware conseguiu o equilíbrio perfeito
entre combate, exploração e interação social. Mesmo assim, jogadores que
preferem mais ação ou mais diálogos podem configurar o game para
ressaltar essas partes específicas: é possível transformar os diálogos
em cutscenes para remover a responsabilidade da escolha, ou tornar os
combates mais fáceis para jogadores que queiram apenas apreciar uma boa
história.
Mass Effect cannibal (Foto: Divulgação)
Diversão entre amigos
Outra novidade de ME3 é o multiplayer cooperativo on
line. Aqui, você se alia a até três outros jogadores para lutar em
vários fronts da guerra, seja no sistema da Aliança Terrestre até
setores mais afastados, como Terminus. Cada partida consiste em eliminar
levas de inimigos enquanto o seu time faz tarefas específicas, como
hackear um terminar, acionar sistemas defeituosos, desabilitar
mecanismos inimigos ou até mesmo neutralizar oponentes específicos em um
curto espaço de tempo.
O modo é simples, mas bastante empolgante e viciante. Para completar,
apesar de ser independente da campanha, o multiplayer acaba sendo
complementar, já que o seu desempenho no comando destes soldados
genéricos pode afetar a prontidão da galáxia e, no final das contas,
contribuir para que a investida final do comandante Shepard contra os
Reapers tenha um desfecho melhor.
E é exatamente aí que está a maior crítica dos fãs em relação ao jogo:
para pegar o “final feliz”, é necessário investir algumas horas jogando
on line. Gamers que não tenham acesso à internet acabam vendo apenas
finais mais trágicos. Tudo bem que todos os encerramentos são
relativamente semelhantes, mas são exatamente os detalhes que podem
definir a frustração ou o contentamento derradeiro do jogador.
O desfecho da história, aliás, gerou bastante polêmica: o maior
protesto dos fãs é que muitos detalhes ficam em aberto. Porém, na
opinião do TechTudo, não é isso que faz de Mass Effect
um jogo ruim: o foco da aventura é a jornada do Comandante Shepard, e
este, definitivamente, teve um destino heróico em todas as conclusões
apresentadas pela Bioware. Em uma franquia como esta, se apegar apenas
aos minutos finais é como querer acompanhar uma corrida vendo apenas a
linha de chegada, quando as maiores emoções estavam presentes em cada
ultrapassagem.
Mass Effect 3 (Foto: Mass Effect 3)
Conclusão: Mass Effect é uma das grandes sagas da atual geração
de consoles, e com este game a história do comandante Shepard chega ao
fim. Para quem acompanhou os outros dois jogos, trata-se de um game
obrigatório, que faz referências a praticamente tudo que já ocorreu nos
outros títulos da franquia. Os novatos podem achar a trama confusa, mas
com um pouco de paciência também podem aproveitar este épico espacial.
essa foi uma das minha primeira postagen mas ja ja tem mais.
Foi anunciada uma redução de preço para o jogoF1 2011, da Codemasters. O título é vendido no mercado nacional com tradução e dublagens em português e pode ser encontrado para Xbox 360 e PS3 de R$ 179,90 por R$ 99,90, e para PC de R$ 99,90 para R$ 59,90. O jogo traz todos os pilotos, as equipes e circuitos oficiais que fizeram parte da temporada 2011 da Fórmula 1, e para os fãs da modalidade, a experiência é bastante realista, com uma dificuldade que pode ser adaptada também para quem é novo na série.Enquanto F1 2011 fica mais barato, o novo F1 2012 também já foi anunciado e será lançado em setembro. Uma das novidades é o Young Driver Test Mode, que tentará facilitar a experiência de quem não tem muita prática em simuladores de corrida.