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segunda-feira, 14 de maio de 2012

Testamos Cavaleiros do Zodíaco: Batalha do Santuário para PlayStation 3

By Victor

esse jogo achei muito louco..

O aguardado game dos Cavaleiros do Zodíaco, enfim, vai ser lançado no Brasil. Os Cavaleiros do Zodíaco: Batalha do Santuário é exclusivo do PlayStation 3 e representa uma das fases mais conhecidas do clássico desenho animado. O TechTudo pôde testar o game em evento realizado em São Paulo, confira o que achamos desta pequena amostra.
Os Cavaleiros do Zodíaco: Batalha do Santuário (Foto: Divulgação)Os Cavaleiros do Zodíaco: Batalha do Santuário (Foto: Divulgação)
A história começa no mesmo ponto do desenho animado, quando a deusa Atena é atacada com uma flecha dourada e corre risco de morrer. Os Cavaleiros de Bronze têm 12 horas para atravessar as 12 casas do Santuário e derrotar os Cavaleiros de Ouro, para, enfim, alcançar a sala do grande mestre, no final do caminho, e salvar a deusa.
Entretanto, há algumas surpresas neste caminho. O game não segue tão fielmente a história do desenho. O início é bem diferente. Enquanto no anime os personagens são apenas aconselhados por Mu, o Cavaleiro de Ouro da primeira casa, Áries, no game ele serve como tutorial e treinamento intensivo.
Mu ensina os comandos básicos do jogo, combos e outras facilidades que irão ajudar ao longo do caminho. Para isso ele também faz com que o jogador lute contra soldados rasos, algo que também não ocorre no desenho. Mas a desculpa para essas mudanças é boa: o jogo precisa render mais tempo, e por isso novos inimigos foram necessários.
Testamos Os Cavaleiros do Zodíaco: Batalha do Santuário (Foto: Reprodução)Testamos Os Cavaleiros do Zodíaco: Batalha do Santuário (Foto: Reprodução)
A jogabilidade é totalmente voltada para a ação. O jogador movimenta seu personagem livremente no cenário e ataca seus inimigos com golpes rápidos. Há combinações de socos fracos e fortes, além da possibilidade de pulo e combinação com golpes aéreos.
Os ataques especiais, claro, são mais do que obrigatórios. Seiya, o Cavaleiro de Pégaso, usa e abusa de seus “Meteoros de Pégaso” o jogo todo. Na verdade, isso torna as coisas até um pouco repetitivas, mas há uma evolução constante dos poderes, então acaba dando uma boa variada quando necessário.
As lutas em Batalha do Santuário são rápidas, com exceção das lutas contra chefes. O primeiro chefão de verdade é Aldebaran, Cavaleiro de Ouro de Touro. Para vencê-lo, não basta distribuir socos e golpes sem o menor critério, é preciso estratégia, seguindo as dicas que o game avisa na tela. É preciso acertar no tempo certo.
Game é exclusivo do PlayStation 3 (Foto: Felipe Vinha/TechTudo)Game é exclusivo do PlayStation 3 (Foto: Felipe Vinha/TechTudo)
A tradução do jogo está em um bom nível, o que era esperado, já que ela conta com o apoio de fãs do site CavZodiaco, conhecido por ser referência entre fãs da série. Só pudemos conferir a arte inicial do game, mas notamos que as falas estão condizentes com o desenho animado e os nomes dos golpes estão adaptados corretamente.
Graficamente, Cavaleiros do Zodíaco surpreende por ser um jogo de estilo simples, mas com bons efeitos visuais. Os golpes são sempre espalhafatosos, os inimigos voam pela tela, as armaduras brilham como se estivessem sob a luz do sol, e por aí vai.
Os Cavaleiros do Zodíaco: Batalha do Santuário tem tudo para se tornar um dos jogos mais queridos entre os fãs da série, já que presta uma bela homenagem ao desenho clássico e a seus momentos de emoção. Pelo pouco que pudemos testar, gostamos do que vimos. Resta aguardar pela versão completa.
Confira, abaixo, um vídeo que mostra a versão traduzida do jogo em ação.

Fonte: Techtudo

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Surgem as primeiras imagens e detalhes de The Elder Scrolls Online


 By Victor
Pouco depois da revelação oficial de The Elder Scrolls Online, MMO que se passa no universo medieval da série, foram vazadas na Internet páginas da edição de junho da revista GameInformer, trazendo os primeiros detalhes e imagens do jogo.
The Elder Scrolls Online (Foto: All Games Beta)The Elder Scrolls Online (Foto: All Games Beta)
Diferente das versões para consoles, o game só terá a opção de câmera em terceira pessoa e o sistema de combate não será em tempo real. Jogadores poderão lutar através de hotbars, como na maioria dos MMORPGs. Segundo os produtores, haverá mais habilidades do que nunca e levará 120 horas para atingir o limite de nível.
The Elder Scrolls Online (Foto: All Games Beta)The Elder Scrolls Online (Foto: All Games Beta)
A história se passará mil anos antes de The Elder Scrolls V: Skyrim, e brinca com o conceito de “O que acontece quando milhares de herois profetizados acham que devem ser imperadores?”. O príncipe Molag Bal fará uma aliança com Minnimarco, e graças a essa parceria o jogador poderá ser ressuscitado sempre que morrer.
The Elder Scrolls Online (Foto: All Games Beta)The Elder Scrolls Online (Foto: All Games Beta)
Como mencionado na revelação do jogo, os usuários se dividirão em três facções. Apesar de não sabermos quais serão seus nomes, cada uma delas estará atrelada a algumas raças específicas.
Uma delas terá Nords, Dummers e Argonians, dominando o norte e leste em Ebonheart Pact, outra terá os Altmers, Bosmers e Khajiits, no sudeste com Aldmeri Dominion, e a última terá Bretons, Reguards e Orcs no noroeste, em Daggerfall Covenant.
The Elder Scrolls Online (Foto: All Games Beta)The Elder Scrolls Online (Foto: All Games Beta)
The Elder Scrolls Online (Foto: All Games Beta)The Elder Scrolls Online (Foto: All Games Beta)
O mundo do jogo será maior que o de The Elder Scrolls V: Skyrim. Porém, a produtora avisa quenem tudo estará disponível desde o lançamento, e muitas áreas serão adicionadas em expansões. A revista menciona a presença de locais como Elsweyr e Summerser Isle, além de Cyrodil, como principal reino de combate entre jogadores (PvP).
The Elder Scrolls Online (Foto: All Games Beta)The Elder Scrolls Online (Foto: All Games Beta)
Porém, a equipe também comenta que pretende criar uma experiência de quests sem “hubs“, ou seja, de maneira que o jogador possa se aventurar sem precisar sempre ter que ficar voltando para as mesmas cidades para obter novas quests, oferecendo pequenos eventos aleatórios, como ataques de bandidos.
The Elder Scrolls Online (Foto: All Games Beta)The Elder Scrolls Online (Foto: All Games Beta)
The Elder Scrolls Online tem lançamento previsto para 2013 no PC e Mac. Inicialmente, o jogo terá suporte a três idiomas: inglês, francês e alemão.
The Elder Scrolls Online (Foto: All Games Beta)The Elder Scrolls Online (Foto: All Games Beta)
The Elder Scrolls Online (Foto: All Games Beta)The Elder Scrolls Online (Foto: All Games Beta)


The Elder Scrolls Online (Foto: All Games Beta)


Fonte:Techtudo

Tony Hawk confirma o jogo Tony Hawk’s Pro Skater HD para junho

By Victor.

Espero que gostem e logo mais eu publico mais !!!

O atleta Tony Hawk acaba de confirmar em sua conta pessoal no Twitter que Tony Hawk’s Pro Skate HD será lançado em junho. Porém, ele não mencionou uma data específica ou se o lançamento será simultâneo para Xbox LIVE e PlayStation Network.
Tony Hawk's Pro Skater HD (Foto: Divulgação)Tony Hawk's Pro Skater HD (Foto: Divulgação)
Aparentemente, ele falou mais do que deveria, pois seu tweet dizia algo como: “Sai em junho… é, eu disse”, como se não pudesse ter falado a respeito. a declaração foi dada em um post para agradecer ao presidente e cofundador da Robomodo, Joshua Tsui, por uma doação em um projeto de caridade.

Fonte:Techtudo

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Prévia de Resistance: Burning Skies

By Victor

Espero que gostem e logo mais eu divulgo mais...

O primeiro jogo da franquia Resistance para o PlayStation Vita está chegando com Resistance: Burning Skies, e mesmo com grandes mudanças na jogabilidade, o jogo tem um enredo bem fiel ao universo da franquia, prometendo recursos exclusivos no portátil da Sony.
Resistance: Burning Skies (Foto: Divulgação)Resistance: Burning Skies (Foto: Divulgação)
Introdução
O jogo conta a história de Tom Riley, um bombeiro de Nova York que tem a missão de defender sua cidade de um ataque contra os Chimera, em agosto de 1951. Riley utiliza de sua bravura e heroísmo para combater as forças opressoras e fazer a diferença.
O que esperar do jogo:
- Ação em primeira pessoa.
- Armamentos futuristas.
- Enredo coerente com o restante da série.

Resistance: Burning Skies (Foto: Divulgação)Resistance: Burning Skies (Foto: Divulgação)
09/04/2012 12h05 - Atualizado em 09/04/2012 12h05

Resistance: Burning Skies (Foto: Divulgação)Resistance: Burning Skies (Foto: Divulgação)
Ficha técnica:
Nome: Resistance: Burning Skies
Gênero: Tiro em primeira pessoa
Distribuidora: Sony Computer Entertainment
Plataformas: PlayStation Vita
Data de lançamento: 29 de maio de 2012
Fonte:Techtudo

Fifa 11 PSP

Aki esta o meu primeiro video solo espero q gostem !!!

 By Victor
  

terça-feira, 24 de abril de 2012

Papo com o novo membro + Mortal Kombat Vs Street Fighter

By Giovanni

Como prometido !!!

Mass Effect 3 fecha a trilogia da Bioware de forma épica

by victor

 logo mais tem mais..
Mass Effect 3 (Foto: Divulgação)Mass Effect 3 (Foto: Divulgação)
O terceiro jogo da franquia Mass Effect chegou no dia seis de março, com lançamento simultâneo no varejo e nas lojas virutais. O game era um dos títulos mais aguardados de 2011 e, segundo o diretor de marketing da Bioware, David Silverman, foi o melhor jogo já feito pela empresa – de fato, Mass Effect 3 vem colecionando elogios da imprensa especializada. Porém, alguns jogadores tiveram uma opinião diferente, avaliando que o título ficou abaixo das expectativas. Acompanhe nosso review para saber, afinal, quem tem razão.
Em uma galáxia nada distante
O enredo do game se passa algum tempo depois de Mass Effect 2: após desvendar o sumiço das colônias humanas, o comandante Shepard descobre que os Reapers – uma raça de criaturas sintéticas que existe desde o começo dos tempos para eliminar a vida orgânica da galáxia – está prestes a iniciar um novo ciclo de extinção.
Porém, ao chegar na Terra, ele é recebido como um herói pelos seus atos, mas suas palavras são tratadas com descrédito. Após os eventos do game anterior, em que ele se envolveu com a nefasta corporação Cérbero, Shepard acaba dispensado do serviço militar e só não enfrenta a Corte Marcial por conta da sua reputação graças aos serviços prestados à Aliança Terrestre.
Mass Effect Reaper (Foto: Mass Effect Reaper)Mass Effect Reaper (Foto: Mass Effect Reaper)
Mas mesmo os políticos da Terra não podem ignorar os indícios da proximidade da ameaça. Shepard é chamado para depor em uma reunião de cúpula em Vancouver, já que ele é o único que teve um contato de primeiro grau com os Reapers. Mesmo expondo seus argumentos, ele vê o planeta inerte por conta da burocraia dos nossos governantes.
Obviamente, o inimgo não espera de braços cruzados enquanto a Aliança decide a melhor forma de encarar o problema: durante a reunião, o planeta sofre um ataque relãmpago, e centenas de vidas se perdem num segundo – incluindo os membros do parlamento, que tanto hesitaram em se preparar para este fatídico momento.
Com os políticos fora da jogada, é hora de agir. O comandante David Anderson utiliza sua influência na Aliança para, dentro das circunstâncias, colocar Shepard de volta ao serviço. Restituido ao posto de comandante, Shepard sobre à bordo de sua nave Normandy e parte pela Via Láctea em busca de reforços, enquanto Anderson fica na terra para organizar a resistência.
Mass effect andersonMass effect anderson (Foto: Divulgação)
Amigo é coisa para se guardar
Mas será que quando Shepard retornar ele irá fazer a diferença, ou apenas aumentar a contagem de corpos? Isto depende das ações do jogador, tanto neste game quanto nos anteriores, já que Mass Effect permite que você importe um jogo salvo no HD (o recurso infelizmente não funciona para quem guarda seus arquivos na nuvem) para que todas as suas decisões anteriores sejam levadas em consideração nesta nova aventura, criando uma experiência bastante pessoal.
Mass Effect Garrus (Foto: Mass Effect Garrus)Mass Effect Garrus (Foto: Divulgação)
Falando em escolhas, Mass Effect 3 tem as decisões mais difíceis da série: desta vez não é a vida do comandante e sua tripulação que está em jogo, mas o destino de civilizações inteiras. Os seus atos podem evitar ou resultar em mortes de pessoas queridas e até extinções de raças alienígenas, mudando de forma significativa a balança do poder na galáxia.
O elenco, entretanto, está reduzido em relação ao game anterior: existem menos companheiros disponíveis na equipe da Normandy, mas em compensação os diálogos estão mais trabalhados e, mesmo que não existam as “missões de lealdade” presentes no game passado, há um bom desenvolvimento dos personagens – desde que você tenha paciência para ouvir os seus amigos.
Ouvir, aliás, é uma palavra importante em Mass Effect, já que a tripulação interage mesmo quando você não está ativamente dialogando com ninguém. Passeando pelos corredores da nave, é possível ouvir momentos hilários, como o concurso de piadas entre o piloto Joker e o turian Garrus, apenas para citar um dos momentos divertidos do game.
Os atores, no geral, fizeram um bom trabalho de dublagem: temos destaques óbvios, como Ash Sroka dando vida à Tali’Zorah vas Normandy; grandes nomes do cinema, como Martin Sheen que retorna como a voz ao Illusive Man; e até os canastrões se esforçaram: a atuação de Mark Meer como a voz masculina do Comandante evoluiu bastante, mas ainda apresenta momentos em que poderia expressar uma carga dramática maior.
mass effect war room (Foto: mass effect war room)Mass Effect war room (Foto: mass effect war room)

Olhando para o espaço
Os gráficos do jogo não tiveram uma melhoria significativa em relação a Mass Effect 2, mas desta vez a Bioware fez um bom trabalho para retratar a escala planetária dos eventos narrados no game: tudo parece maior e mais épico, do que nos jogos anteriores. Os cenários chamam atenção e o design dos elementos do game (sejam personagens, lugares ou até mesmo equipamentos) continua sendo bastante criativo.
Mass Effect 3 só não leva nota 10 no quesito “gráficos” por conta de algumas falhas desagradáveis, como a queda de frames presente especialmente no começo da aventura, o que prejudica o ritmo da história no começo da trama – exatamente no momento em que o jogador precisa ser cativado – e alguns problemas de texturas presentes principalmente na versão para PC.
Outro problema irritante é a falta de sincronia entre as falas e os lábios dos personagens. Uma sincronia melhor entre a imagem e a dublagem teria auxiliado na imersão do jogador, o que é fundamental em um RPG. Ainda assim, jogar Mass Effect 3 é uma experiência visualmente agradável.
Mass Effect 3 (Foto: Mass Effect 3)Mass Effect 3 (Foto: Mass Effect 3)
Língua afiada e dedo no gatilho
A jogabilidade continua basicamente a mesma, mas com alguns elementos novos: os personagens estõa mais ágeis, rolando e saltando pelo cenário, o que permite ao jogador tirar melhor proveito do sistema de cobertura. Os controles do jogo só não são perfeitos pois existem falhas no detector de colisão, o que pode fazer o personagem se abrigar em uma cobertura quando você simplesmente quer correr ao lado de uma parede, ou ainda proporcionar momentos constrangedores na hora de subir uma escada.
Mass Effect versus atlas (Foto: Mass Effect versus atlas)Mass Effect versus atlas (Foto: Divulgação)
Outras melhorias ocorreram na exploração interplanetária, que ficou mais simples: em vez de escanear planetas inidivualmente em busca de recursos, você utiliza os sensores da nave para fazer uma varredura em área, que acusa quais locais de um determinado sistema possuem recursos – e desta vez, nada de minerais ou elemento Zero: tudo que você encontra é utilizado como para melhorar as suas tropas, para completar missões paralelas ou na pesquisa de upgrades, um formato bem mais simples e direto.
Claro que a busca constante por recursos pode atrair a atenção indesejada dos Reapers, o que exige uma fuga desesperada já que o confronto direto não é uma opção – inicia aí um minigame divertido, que apesar de fácil ajuda a dar um colorido para a exploração espacial. Outros, entretando, foram suprimidos deste jogo: não existem mais os minigames para hackear computadores e para abrir portas, fazendo com que a ação seja mais direta nas missões de campo.
Mas não pense que essa abordagem deixou o jogo com cara de Gears of War: na verdade, em Mass Effect 3 a Bioware conseguiu o equilíbrio perfeito entre combate, exploração e interação social. Mesmo assim, jogadores que preferem mais ação ou mais diálogos podem configurar o game para ressaltar essas partes específicas: é possível transformar os diálogos em cutscenes para remover a responsabilidade da escolha, ou tornar os combates mais fáceis para jogadores que queiram apenas apreciar uma boa história.
Mass Effect cannibal (Foto: Mass Effect cannibal)Mass Effect cannibal (Foto: Divulgação)
Diversão entre amigos
Outra novidade de ME3 é o multiplayer cooperativo on line. Aqui, você se alia a até três outros jogadores para lutar em vários fronts da guerra, seja no sistema da Aliança Terrestre até setores mais afastados, como Terminus. Cada partida consiste em eliminar levas de inimigos enquanto o seu time faz tarefas específicas, como hackear um terminar, acionar sistemas defeituosos, desabilitar mecanismos inimigos ou até mesmo neutralizar oponentes específicos em um curto espaço de tempo.
O modo é simples, mas bastante empolgante e viciante. Para completar, apesar de ser independente da campanha, o multiplayer acaba sendo complementar, já que o seu desempenho no comando destes soldados genéricos pode afetar a prontidão da galáxia e, no final das contas, contribuir para que a investida final do comandante Shepard contra os Reapers tenha um desfecho melhor.
E é exatamente aí que está a maior crítica dos fãs em relação ao jogo: para pegar o “final feliz”, é necessário investir algumas horas jogando on line. Gamers que não tenham acesso à internet acabam vendo apenas finais mais trágicos. Tudo bem que todos os encerramentos são relativamente semelhantes, mas são exatamente os detalhes que podem definir a frustração ou o contentamento derradeiro do jogador.
O desfecho da história, aliás, gerou bastante polêmica: o maior protesto dos fãs é que muitos detalhes ficam em aberto. Porém, na opinião do TechTudo, não é isso que faz de Mass Effect um jogo ruim: o foco da aventura é a jornada do Comandante Shepard, e este, definitivamente, teve um destino heróico em todas as conclusões apresentadas pela Bioware. Em uma franquia como esta, se apegar apenas aos minutos finais é como querer acompanhar uma corrida vendo apenas a linha de chegada, quando as maiores emoções estavam presentes em cada ultrapassagem.
Mass Effect 3 (Foto: Mass Effect 3)Mass Effect 3 (Foto: Mass Effect 3)
Conclusão:
Mass Effect é uma das grandes sagas da atual geração de consoles, e com este game a história do comandante Shepard chega ao fim. Para quem acompanhou os outros dois jogos, trata-se de um game obrigatório, que faz referências a praticamente tudo que já ocorreu nos outros títulos da franquia. Os novatos podem achar a trama confusa, mas com um pouco de paciência também podem aproveitar este épico espacial.

fonte:Techtudo.

F1 2011 recebe redução de preço

by victor

essa foi uma  das minha primeira postagen mas ja ja  tem mais.

Foi anunciada uma redução de preço para o jogo F1 2011, da Codemasters. O título é vendido no mercado nacional com tradução e dublagens em português e pode ser encontrado para Xbox 360 e PS3 de R$ 179,90 por R$ 99,90, e para PC de R$ 99,90 para R$ 59,90.
FI 2011 (Foto: Divulgação)O jogo traz todos os pilotos, as equipes e circuitos oficiais que fizeram parte da temporada 2011 da Fórmula 1, e para os fãs da modalidade, a experiência é bastante realista, com uma dificuldade que pode ser adaptada também para quem é novo na série.Enquanto F1 2011 fica mais barato, o novo F1 2012 também já foi anunciado e será lançado em setembro. Uma das novidades é o Young Driver Test Mode, que tentará facilitar a experiência de quem não tem muita prática em simuladores de corrida.

Meu 1° post

By Victor

Olá pessoal ligado aqui no blog Games Plus Brasil.Meu nome é Victor e este é meu primeiro post como membro oficial do blog.

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